Participações Portuguesas no Estrangeiro - Amstel Gold Race

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A '''Amstel Gold Race''' é a clássica holandesa por excelência, mercê do seu estatuto de corrida do Pro Tour e dada a sua crescente popularidade entre os amantes da modalidade.
 
A '''Amstel Gold Race''' é a clássica holandesa por excelência, mercê do seu estatuto de corrida do Pro Tour e dada a sua crescente popularidade entre os amantes da modalidade.

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Historial das Classificações de ciclistas portugueses na Amstel Gold Race
Início em 1966

Contents

Década de 1980

1984

50.º Joaquim Agostinho (Sporting-Raposeira)

1989

100.º Acácio da Silva (Carrera Jeans - Vagabond)

Década de 1990

1991

75.º Acácio da Silva (Festina-Lotus)

Década de 2000

2004

31.º José Azevedo (US Postal Service)

2006

54.º José Azevedo (Discovery Channel)
89.º Hugo Sabido (Barloworld)

2008

43.º Hugo Sabido (Barloworld)

2009

121.º Rui Costa (Caisse d'Epargne)

Década de 2010

2010

113.º Manuel Cardoso (Footon-Servetto)

2011

Abandonos: Rui Costa (Caisse d'Epargne) e Sérgio Paulinho (RadioShack)

2012

19.º Rui Costa (Caisse d'Epargne)
86.º Bruno Pires (Saxo Bank)

2013

Abandono: Rui Costa (Movistar)

2014

17.º Rui Costa (Lampre-Merida)

Abandonos: Bruno Pires (Saxo-Tinkoff) e Nelson Oliveira (Lampre-Merida)

2015

Rui Costa obteve o 4.º lugar em 2015, o melhor resultado luso nesta importante clássica holandesa.
4.º Rui Costa (Lampre-Merida)
115.º Tiago Machado (Katusha)

- Destaque:

  • Rui Costa, óptimo 4.º lugar

2016

16.º Rui Costa (Lampre-Merida)
64.º Mário Costa (Lampre-Merida)
85.º Tiago Machado (Katusha)

2017

38.º Rui Costa (UAE Team Emirates)
75.º Ruben Guerreiro (Trek-Segafredo)
93.º André Cardoso (Trek-Segafredo)

2018

27.º Rui Costa (UAE Team Emirates)
55.º Ruben Guerreiro (Trek-Segafredo)

2019

13.º Rui Costa (UAE Team Emirates)

Abandono: Ruben Guerreiro (Team Katusha-Alpecin)




Resumo

Lugares no Top Ten: 1

4.º lugar
- Rui Costa, em 2015


História da Amstel Gold Race

A Amstel Gold Race é a clássica holandesa por excelência, mercê do seu estatuto de corrida do Pro Tour e dada a sua crescente popularidade entre os amantes da modalidade.

Apesar de relativamente recente, esta corrida dos Países Baixos conta já na sua lista de vencedores com alguns dos nomes míticos da modalidade, tais como Eddy Merckx (1973 e 1975), Bernard Hinault (1981), Joop Zoetemelk (1981) e Bjarne Riis (1997).

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Em 2004, Davide Rebellin começava aqui a sua fantástica semana de triunfos consecutivos nas denominadas "Spring Classics", dado que venceria a Amstel Gold Race, a Flèche Wallone e a Liège-Bastogne-Liège de uma assentada, tornando-se o primeiro ciclista da história a conseguir tal feito.
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No entanto, o maior nome desta clássica foi sem dúvida o holandês Jan Raas (na foto), vencedor de cinco edições, quatro delas consecutivas: 1977, 1978, 1979, 1980 e 1982. Outro nome de vulto é Philippe Gilbert, vencedor por quatro vezes, nos anos de 2010, 2011, 2014 e 2017.

É uma clássica ritmada por constantes altos e baixos, pouco à imagem do país, dado que a Holanda é conhecida sobretudo por se tratar de um país plano. Todavia, apesar de as subidas não terem grande expressão, surgem quase "do nada", tornando-se deveras selectivas, não só pela quantidade (31 escaladas, algumas delas extensas), mas igualmente por estarem um pouco por todo o percurso, não permitindo grandes momentos para descanso no pelotão, um pouco à semelhança da Liège-Bastogne-Liège. Não tem subidas tão duras como a prova belga (os famosos muurs), mas apresenta algumas com distâncias superiores, nas quais já se têm decidido algumas das edições. Realce neste particular para a subida final, a íngreme escalada de Cauberg, que está situada no final dos 253,1 quilómetros do percurso.

Phil Anderson, vencedor em 1983
No seu historial, a corrida tem sido dominada pelos corredores do Benelux, holandeses e belgas. Mas na última década e meia, os vencedores vieram de diversas nações diferentes, reflexo da importância crescente da Amstel Gold Race no calendário internacional. A confirmar este facto, refira-se que o Benelux apenas conquistou 8 triunfos nas últimas edições, através dos belgas Philippe Gilbert (4) e Johan Museew, e dos holandeses Erik Dekker, Michael Boogerd e Mathieu Van der Poel. Ainda assim, os ciclistas dos Países Baixos são sempre naturais favoritos à vitória, não só pelo facto de se tratar de uma corrida holandesa mas também porque possuem alguns dos melhores especialistas deste género de corridas.

Michael Boogerd é um dos nomes eternos desta clássica dos Países Baixos, pois conseguiu o inolvidável feito de estar 6 vezes consecutivas no pódio! Usualmente, Boogerd perdia nos metros finais, onde por esta ou por aquela circunstância, havia sempre alguém que lhe roubava o sonho, como por exemplo em 2005, quando Danilo Di Luca venceu a corrida precisamente na escalada final de Cauberg, descolando ligeiramente de Michael Boogerd já na fase derradeira da prova.

Bjarne Riis, vencedor em 1997

Para qualquer aspirante ao triunfo, o importante é estar junto dos primeiros na subida do Cauberg.

No historial de participações nacionais, registe-se o 4.º lugar de Rui Costa em 2015.

Para um melhor acompanhamento do percurso, sugere-se sempre o site oficial http://www.amstelgoldrace.nl/, notável na forma de apresentação de cada cume, com informações detalhadas do percurso, lista de participantes, etc.

Anualmente, a prova poderá ser acompanhada através do Eurosport, em directo nos quilómetros finais.



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